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isso mesmo…uma over de Mick Jagger…pela bagatela de U$ 7 comprei um livro com fotos incriveis dos Rolling Stones…sempre fui mais eles que os Beatles…e fiquei apaixonada pelo Mick Jagger…da pra entender porque a mulherada ficava doida…separei algumas fotinhos pra fazer bastante ai ai….

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momento histeria…

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e já que eles voltaram à cena com o documentário do Scorserse (que ainda não vi), fica com uma cena de 1969…um registro ótimo dos áureos tempos de Stones…mulherada gritando ensandecidas…tiete nua…figurino exótico de Mick Jagger…e até seguranças especiais…Simpathy for the Devil ao vivo…

na sexta-feira decidi quebrar o meu jejum de cinema e me joguei na mostra. Entre tantas opções, fui no certo. Escolhi a antiga sala Uol, agora rebatizada de IG Cine, por ser mais perto de casa, afinal o transporte público dessa cidade é maravilhoso. Escolhi ver o documentário do Godard sobre os Rolling Stones e o mais novo do David Lynch. “Sympathy for the Devil” é a edição condenada de Godard. Ela foi extraída do original “One + One”, que também está na mostra. E que me desculpem os mais puristas, ok, temos que ver os clássicos, mas ô coisa chata ! Foram quase duas horas de um documentário que entremeava sessões de gravação da música, discursos dos Panteras Negras, uma paródia de entrevista com uma celebridade lacônica que só dizia sim ou não e leituras de trechos eróticos. Valeu por ver o Mick Jagger, que está um espetáculo.Se pudesse, levava comigo pra casa. Preciso confessar que não aguentei esperar até o final. Precisava recobrar o fôlego para o Lynch.

Quando saí da sala o susto. Uma fila que quase dobrava o quarteirão. Pensei, o Lynch é realmente pop ! O chato é esperar na fila. Enquanto esperava pra entrar novamente na sala, outra surpresa. O filme tinha a duração de 3h30. Pensei na minha bunda, que sairia quadrada, tomei um gole de água, respirei fundo e fui. As pessoas entravam no cinema como o estouro de uma manada de búfalos. E tinha que correr pra achar um lugar decente, porque as luzes já começavam a se apagar. Agora eu te pergunto: como alguém pode comer amendoim japonês num puta filme como aquele ? Não sabia se prestava atenção na tela ou no barulho do plástico do fofo sentado ao meu lado que me presentou com uma nova trilha sonora dos amendoins se quebrando dentro da sua boca. Quase fiz o remake de Mulheres a Beira de um Ataque de Nervos. Tive que mudar de poltrona. E o filme ? Império dos Sonhos traz de volta Laura Dern, musa declarada do diretor. Acho que dessa vez Lynch se superou. O início do filme já vinha com sua assinatura. Um vinil girando numa imagem p/b, o que me remeteu imediatamente à estrada escura de A Estrada Perdida. A sensação de rodar, rodar, rodar e não sair do mesmo lugar. A fotografia é impecável, soturna, no seu melhor estilo. Algumas imagens me pegaram. Os rostos embaçados do começo, os personagens de um seriado com cabeças de coelho, as meninas que entravam dançando de uma hora para outra, o cinema dentro do cinema e a morte de uma atriz bem na rua Hollywood. E quando você acha que chegou ao final, ledo engano. Lynch despeja mais uma dose de nonsense e mostra que a vida, acaba em festa. Ah, e uma trilha sonora impecável ! Na real ainda estou na dúvida se gostei ou não. Fica com um gostinho assistindo o trailer.