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Gosta de Yo La Tengo, Belle and Sebastian, Cat Power, Interpol, Sonic Youth, Pavement, Joey Reatard ou Cold Cave ? voce que adora ter em maos um CDzinho pra desfrutar o encarte e acha dificil conseguir algo das bandas que acabei de citar ja tem a soluçao.

Agora a Matador Records tem uma loja virtual: a Matastore. Da pra descolar itens do catalogo da gravadora, tem camisetas, promoçoes pra la de bacanas e ainda da pra encomendar lançamentos como Cherish the Light Years, do Cold Cave.

Tem CD, LP e ate MP3 a venda ! Pra todos os gostos. E a diferença entre eles eh so por volta de U$ 1 !

Da uma espiada aqui

E fica com o single do novo do Cold Cave, The Great Pan is Dead

ele e frontman do Interpol e tambem acabou de lançar pela Matador seu primeiro disco solo. Com o alterego de Julian Plenti, Paul Banks traz uma sonoridade que me lembra por demais…sua banda original ! veja se nao acha Interpol demais tambem…

é que eu vou amanhã ver o Interpol…slow hands ao vivo…

já que falei deles aqui embaixo….the heinrich maneuver ao vivo…interpol…

já está se preparando para o show do Interpol em março ?? Hoje o Thiago Ney deu na Folha uma entrevista falando sobre o novo rock…fica com ela…

Banks afirma que Nirvana o motivou

Vocalista do Interpol, cuja voz parece com a de Ian Curtis, diz que sofreu inúmeras influências, mas destaca grupo de Seattle

À Folha, integrante de banda do “novo rock” que se apresenta no Brasil em março diz que Nova York não tem cena musical forte

THIAGO NEY
DA REPORTAGEM LOCAL

O “novo rock” que ganhou o mundo em 2001 tem desembarcado aos poucos no Brasil. Se Strokes, White Stripes e Yeah Yeah Yeahs já foram vistos por aqui ao vivo, uma importante lacuna referente àquela safra será preenchida com a chegada do Interpol.
São Paulo (11 de março; Via Funchal), Rio de Janeiro (13/3; Fundição Progresso) e Belo Horizonte (15/3; Chevrolet Hall) são as cidades que receberão o quarteto nova-iorquino, dono de músicas cujo espírito e estética remetem ao Joy Division e ao pós-punk britânico dos anos 80. E dono também de alinhados terninhos pretos.
Desde a estréia em disco, em 2001, até o terceiro e mais recente álbum, “Our Love to Admire” (2007), o Interpol é invariavelmente associado ao rock de duas décadas atrás, seja pela extensão milimétrica de suas guitarras, seja pela bateria que pontua secamente o ritmo das canções. E também pelo tom da voz de Paul Banks, parecidíssimo com o de Ian Curtis (1956-1980), do Joy Division.
“Não tenho nenhum problema quando alguém diz que somos parecidos com esta ou com aquela banda. É a sua opinião, tudo bem. O que é errado é afirmar que somos influenciados por tal e tal banda. Ninguém sabe o que nos influenciou. Nossas influências são centenas e centenas de bandas, e não alguma em particular do pós-punk. Não queira me dizer por que eu faço o que faço”, disse Paul Banks à Folha, por telefone.
O que motivou Banks (além dele, o Interpol é formado por Daniel Kessler, guitarrista; Carlos D., baixista; e Sam Fogarino, baterista) a formar um grupo de rock não foi Joy Division nem The Cure nem Gang of Four. “Sempre adorei hip hop, nunca ouvi muito pós-punk. Eu comecei a fazer música por causa do Nirvana.”
Segundo Banks, os shows brasileiros terão como ponto de partida o álbum “Our Love to Admire”, mas haverá espaço para faixas dos dois anteriores (“Turn on the Bright Lights”, de 2002; e “Antics”, de 2004).
“Temos carinho pelas músicas antigas, muitas delas certamente estarão nos shows. Estou empolgado para tocar na América do Sul, pois nossos fãs conhecem as músicas apenas nas versões de estúdio.”
Algumas das melhores faixas do Interpol, como “Say Hello to the Angels”, “PDA” e “Obstacle 1” pertencem à primeira fase da banda, entre 2001 e 2002, quando apareceram em meio ao “novo rock”, termo usado para designar uma safra que rendeu Strokes e White Stripes (leia texto nesta página).
“Naquela época, a imprensa queria nos colocar como bandas amigas, que saíam juntas, que faziam parte de um grupo. Não havia nada disso. Não conhecia pessoalmente os Strokes ou o Liars… Conhecia os caras do Walkmen e do Radio 4. Mas não conhecia Yeah Yeah Yeahs, não éramos conectados”, lembra. “Mas é fato que ali havia algo legal acontecendo, muitas bandas boas aparecendo naquele momento.”
Sobre gerações mais novas, diz: “Não há nada especial em Nova York. Gosto de Of Montreal, Deerhunter, Liars. Bandas boas, mas não estão concentradas no mesmo lugar”.

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