You are currently browsing the category archive for the ‘showzim’ category.

Ja sairam os primeiros nomes do South by Southwest Conferences and Festivals do ano que vem. A surpresa e  a lista dos brasileiros. A Natalia Mallo eu conheço do Trash Pour Quatro e recentemente ela acabou de lançar um disco de tango com um grupo argentino, o Gato Negro (que eu quase divulguei). O Mauricio Takara e figurinha carimbada da noite paulistana. O engraçado e ver ele como o projeto M. Takara3 de Guarulhos. A base dele e Pinheiros. Ainda de Sao Paulo tem o Julia Says, o MegaRex (que ate entao eu nunca tinha ouvido falar)e o Moxine (idem). Do sul vai o Canja Rave (???) e o LAB. De Recife vai The River Raid. E de Minas, Vander Lee. A lista completa da pra conferir aqui

Finalmente consegui assisti-los ao vivo. Descobri o som ha dois anos atras e amei a gritaria da Beth Ditto. Eles estouraram e ela virou icone fashion. Pousou nua pra NME, pra Love, assinou linha de roupa na Inglaterra e virou uma das melhores amigas de Kate Moss.

Standing in the way of control vendeu pra caramba e alçou o trio de Portland do alternativo para a Billboard. Tres anos depois, sai do forno Music for Men. E o trio vira quarteto tambem. Eles ganham um guitarrista e teclado. As musicas tendem um pouco mais pro eletronico e pro pop. Os gritos punks de Ditto ficam um pouco mais abafados. Ainda assim, o disco tem belas musicas a la The Gossip. Sim, porque ate o nome eles mudaram.

Ainda assim estava doida pra ver eles ao vivo. Afinal, eles cancelaram de ultima hora o show do finado Tim. E o melhor, ia poder assistir numa casa pequena, mais aconchegante e por apenas U$ 20.

O Paradise estava completamente lotado. Nao tinha mais como assistir o show na frente ou laterais. E quando começou veio a minha maior surpresa. Do fundao, com mil cabeças a minha frente e do alto dos meus 1,75 eu nao conseguia ver a Beth Ditto. Isso mesmo, para o meu choque, descobri que a Beth e praticamente uma ana. Deve ter um metro e meio e olhe la !

So que para ela, tamanho nao e documento. Ela se comportou como uma verdadeira anfitria. Deu beijinhos na fa que acompanhava todo show de Boston, deu oizinho para dois meninos que ela tinha visto antes andando pela rua, chamou a atençao duma figura que ela tinha encontrado no banheiro (na maior linha colocada), instigou a plateia o tempo todo e ate foi cantar no meio do publico.

Beth Ditto realmente rocks. Carisma absurdo. Parece que voce conhece ela ha anos. Afinal, ela fica suuuuper a vontade no palco. Contou que era aniversario de 34 anos da namorada, e que mais uma vez ela estava viajando em turne. Ja na primeira musica, desmontou o visual. Deixou a mostra um tubinho azul tomara que caia colado no corpo que parecia ser uns dois numeros menor.

Pulou, dançou, urrou no microfone e ate mesmo arrotou. Se a embalagem e pop, o conteudo continua punk. Ainda bem. E ao vivo eles conseguem ser melhor ainda. As musicas ganham mais peso. Do novo entraram quase todas, com exceçao de Love and Let Love (que eu adoro), Vertical Rhythmn e Spare me from the mold. Do antigo entraram Yr Mangled Heart, Listen Up e Standing in the way of control (que encerrou a noite). Com direito a algumas covers como Psycho Killer do Talking Heads, Smells Like Teen Spirit do Nirvana e What’s love have to do with it da Tina Turner. E de Beth voltando pro bis derretendo com uma toalha enrolada na cabeça. So ela. E eu amo.

100_1836

100_1841

100_1845

100_1846

100_1850

eles tocaram segunda no Orpheum Theatre. Nao fui ver quando eles se apresentaram no Tim Festival junto com os Strokes em 2006. Naquela epoca eu era dura dura dura em Sampa. Agora ja deu pra comprar o ticket e conferir o trio ao vivo. Quer dizer, eles eram um trio, agora um quarteto.

Coloquei minha camiseta listrada, bolsa rosa, tomei uma cerveja, dei um brilho no olhar e fui pegar o trem para ve-los. Chegando la a turma ja se acotovelava na fila pra comprar os souvenirs da banda. Camisetas, discos, LPs, tudo mais de U$ 20, a quantia exata que eu tinha na carteira. E de repente, voila ! duas barraquinhas de cerveja ! impresso num papel: excepcionalmente para este show sera permitido beber durante o show ! Yeah ! Mas a alegria durou pouco. A cerveja mais cara da minha vida. Por um copo de plastico de Samuel Adams paguei a bagatela de U$ 10. Ui. Se tomasse a segunda, teria que voltar a pe pra casa. Out of question.

Com o copo na mao fui atras do meu lugar. Mezanino. Hmmm. Outra barraquinha de cerveja. But no money. Teria que desgustar a minha lentamente. Chegando no topo a surpresa. O Orpheum e um teatro classico, com direito a pinturas renascentistas e muito ouro e rococo. O melhor era ver a pintura a la francesa com bandolins e harpas e embaixo a estrutura do show com muita purpurina azul e a bola branca que depois se revelaria um olho.

A visao era perfeita. Dava pra ver o palco inteiro e era bem de frente para a Karen O. So estava chateada por assistir sentada. Marcado para as sete e meia, com um show de abertura chatissimo, ja era mais de nove horas quando o YYY entrou no palco. No primeiro acorde todo mundo levantou da cadeira. E isso porque era uma lenta. Runaway abriu o show. A multidao urrava. Karen entrou com um chapeu enorme branco e uma roupa nude (tendencitcha) toda de amarraçoes com meia azul e outra arrastao branca por cima. Nos pes um sapato de franjas.

Na sequencia vieram Dull Life, Honeybear, Black Tongue e Shame and Fortune. Foi quando veio a chuva de papel picado vermelho igual do clipe de Heads will Roll. Iuhu. Super glam. O povo delirava e o teatro ficou quente, beeem quente. Em Gold Lion, Karen acrescentou um colar de bolas douradas ao figurino. E gritava, e dançava, e sorria sem parar e dizia Boston I love you.

Skeletons e mais uma chuva de papel branco. Um show altamente plastico de se ver tambem. Mais uma troca de roupa. Agora Karen colocava por cima do macacao nude um quimono branco com estampas graficas em azul e vermelho. Abravanista que so ! Mais Histeryc, Soft Shock, Cheated Hearts (dava pra sentir o chao vibrando) e Zero com mais chuva de papel branco pra encerrar. Embaixo uma turma se divertia dançando e teve ate mini rodinha de amigos de mao dadas.Eles se despedem e todo mundo grita, bate palma.

No bis vem mais Heads will Roll, a belissima Maps e mais declaraçoes de amor a plateia por parte de Karen e pra encerrar de vez Date with the Night. Foi quando o inesperado aconteceu. Enquanto eu dançava alucinadamente a musa brincava com a plateia e de repente Karen me mirou, apontou, deu um sorriso e um tchau. Ra. A musica tomava conta do corpo e so deu pra dar um tchau de volta.

O show acabou e dancei tanto que ate suei, numa noite fria e chuvosa. Na descida decidi pegar um dos papeis picados pra lembrar durante a semana do show e eis a surpresa. A chuva de papel picados era na verdade de Y ! O souvenir mais fofo que vi. Tambem vou querer uma chuva de F prateado quando eu crescer !

show YYY

chuva !

karen_papel

abravanista !

KarenOatAragon

se preparando pro bis

karen

eles adoram um papel picado

yeah-yeah-yeahs

o que sobrou do show…

100_1830

Acabo de voltar de mais um showzinho pelas bandas de ca. Voltei a batei meu cartao no Paradise Club. A noite era dos Crocodiles e dos ingleses do The Horrors. Consegui sair mais cedo do trabalho e ja no trem observei umas figuras montadissimas. Quando o trem parou surpresa, eram meus amigos de shows. Tudo bem. Eu era a unica no recinto a vestir azul bebe e ainda por cima uma camiseta do Magico de Oz.

Pelo menos os ingressos nao estavam esgotados e a casa tambem nao estava cheia como na Bat for Lashes. Eram tres bandas, a primeira nem me lembro. Aproveitei pra sair e fazer uma boquinha na vizinhança. O estomago roncava, afinal ja eram oito e meia da noite.

Voltei no tempo certinho do Crocodiles. E fiquei simplesmente boquiaberta com eles no palco. E dancei sem parar. As caixas de som vibravam a todo vapor e o vocalista dançava freneticamente entre uma cuspida e um gole de Corona. O que era um duo ate o começo deste ano ganhou baixo e bateria. Era impossivel ficar de braços cruzados vendo os californianos de San Diego em açao. Entre gritinhos, dancinhas e se jogar na plateia, Brandon Welchez dominou e ganhou o trofeu de performance da noite.

Mas tudo que e bom acaba logo. E a noite era dos ingleses. Seis musicas depois, os Crocodiles se despedem. Tempo pra buscar mais uma cerveja e assimilar a porrada musical. Harpoon, uma cerveja que e feita aqui em Boston e tem aroma de flor. Isso mesmo. Delicia. Dificil mesmo foi ver o The Horrors depois. O som da casa e impecavel, mas parece que depois do barulho dos Crocodiles, o som deles ficou limpinho demais.

No quesito montaçao eles tiraram 10, todos de preto e o skinny imperou na noite. Faris Badwan ate tentou dominar o show, esbanjando todo o drama que voces podem conferir no clipe abaixo. De pe do lado do rodie eu via as quatro guitarras que descansavam e eram trocadas a cada musica. Na plateia alguns deliravam e dava pra ouvir no final de cada musica um “eu amo voces” de uma fa mais exaltada.

Mas nao adianta. Eu ja tinha sido abduzida pelo som cru do Crocodiles. Eles eu via por uma hora e meia. A sensaçao era justamente de sair de uma California quente direto prum fog londrino. Dava ate pra sentir um friozinho. Eles foram bom, mas acho que os ingleses e que deveriam abrir pros americanos. Numa boa. No final, na frente do clube deu pra ouvir uma mulher falando pro guitarrista dos Crocodiles: nunca tinha ouvido falar de voces. O som e demais.

E pra mim o bom e isso. Quando saio pensando em alguma coisa, e me deparo com outra ainda melhor. Uma noite assim, Jesus and Mary Chain.

ja falei aqui embaixo do melhor amigo dela, agora vou falar da Natasha. Ontem juntei as forças, apesar do meu dia uo e cinzento, e fui sozinha pro Paradise Club conferir ao vivo a nova darling do cult americano. Desde que estou aqui (e amanha completam 4 meses) , essa e a segunda vez que ela faz um show aqui em Boston. O primeiro teve lotaçao esgotada. Entao no meu ponto de vista esse seria sossegado. Wrong. Mal desci do trem e ja dava pra ler no letreiro com letras garrafais: Bat for Lashes sold out. Esgotado de novo ? So podia ser brincadeira.

Mas eu ja tinha feito a viagem, colocado o pretinho longo basico, make-up e nao ia desistir tao facil. Eu sou brasileira. Ra ! Na minha frente e sem ingressos entraram um garoto, um casal de amigos, um trio de amigos e eu nao me conformava de estar la fora ainda. Uma hora depois. Tinha virado questao de honra entrar. Quando um cara muito gente boa veio me salvar e vender o ingresso dele por U$ 10. Perguntei se ele tinha troco pra vinte. Ele virou, olhou bem pra minha cara e disse: quer saber ? feliz natal ! isso mesmo, ganhei o ticket. Ate o cara da portaria fez graça com o inusitado.

Era nove e meia e a Natasha entrava so as dez e meia. Tinha uma hora pra ver a banda de abertura e descobrir o bar. O Paradise e um dos templos do rock aqui em Boston. Tem shows o tempo todo e ja passaram por la uma penca de bandas como o Arctic Monkeys e semana que vem tem show do Breeders. Awesome. De todas as casas de show/balada de sampa a que mais me lembrou foi o Studio SP. Mas com capacidade menor.

Entrei e claro que ja fui direto pro bar. Uma Stella Artois pra começar. A banda entrou. Eram as mesmas pessoas que tinham ficado do meu lado ha 40 minutos atras e nem consigo lembrar do nome deles. Um folk pesado, mas de down. Musica boa, com direito a violoncelo e um vocalista que merecia um banho e muuuuito Neutrox.

Break. Mudança de palco e eu decidi me encostar de vez no balcao do bar. A vista era perfeita. Mas o povo começou a chegar mais e mais. Casa lotada. No palco duas bonecas com luzes em neon, um corvo no teclado, pisca-pisca no microfone (ops, acho que o Killers ja tinha feito isso) e a imagem de Jesus e duas penas de pavao. Ui.

Blackout e entra Natasha. Parecia uma menina, pequena, magerrima com uma saia branca rodada, uma camisa de manga comprida preta e brincos de plumas branco. Na mao esquerda uma luvinha de renda preta. Na direita uma aliança que brilhava a distancia e nos olhos uma maquiagem que nao dava pra definir. Mas tao mignon que parecia que um abraço apertado poderia quebra-la em duas.

Banda e som impecaveis. No palco a menina cresce absurdamente. Dança, toca maracas, meia-lua, sininhos, um piano com som de cravo e a cada meia hora ela ajeitava a franja. Pra ficar bunita. Coisas de mulheres. Ela tem uma voz impecavel e um carisma absurdo. Sem contar no forte sotaque britanico. Mas pra mim, a organicidade dela no palco debatia com o som extremamente sintetico. O visceral versus o eletronico.

O publico vem abaixo com “hits” como Sleep Alone. Alias, o publico delirava a cada musica. Eu tomava minha Absolut. Precisava de algo mais forte. E so observava. 40 minutos depois Natasha e banda saem do palco. A galera implorava por Daniel. Ela volta e toca uma musica com um tipo de harpa. Na sequencia vem Prescilla e apesar da letra triste, pedindo socorro, ela sorri a todo momento no palco. Ela foi embora pra casa feliz. Dominou todos ali. Entao encerra com Daniel.

Fiquei um tempo pensando. Ela tem que ir pro Brasil agora mesmo, enquanto esta “fresca” e tem uma energia absurda no palco. Mas para um palco indie do Planeta Terra ou um show no Auditorio Ibirapuera. Porque acho que o bacana seria assistir sentado.

E agora vou confessar que nao sou fa do som dela. Fui para conferir o ao vivo, que e o que conta. Mas eu nao conseguia parar de pensar naquelas bandas tipo Evanescence, com vocal melodico. New age demais pra mim. Odeio Enya e afins. Me tira o sono. As amigas bius que adoram um bate-cabelo iriam se jogar. Pensei ate nela tocando na The Week ! Gosto..cada um tem o seu. Va dormir com a Natasha e seus olhos de panda (sim, ela tambem acaba a noite toda borrada como eu !).

Nao consigo parar de pensar no som deles. Neste sabado decidi sair da toca, sozinha mesmo, para a noite de Boston. Mas aqui a noite termina cedo, por isso o show começa as oito e meia mesmo. Sorte que tinham tres bandas na noite, mas eu tava mesmo afim de ver o Team B. O proprio nome ja diz, um projeto paralelo. Capitaneado por Kelly Prates (Beirut e Arcade Fire), o grupo ainda tem contribuidores ilustres como Pat Mahoney (LCD Soundsystem) e tem um som unico. Depois de amargar a espera pelo onibus, me perder por Somerville, finalmente cheguei e a banda ja tinha começado. O palco era pequeno. A plateia menor ainda. Acho que nao tinham 25 gatos pingados pelo bar. E olha que tinha mais duas bandas tocando. Resumindo, quase ninguem. Nem menos Kelly acreditava e ironicamente agradecia a todos aqueles que tinham ido ouvir seu som. Bobagens a parte, aquilo caiu como uma bomba na minha cabeça. Tive ate que tomar uma cerveja para assimilar melhor. O melhor dos shows aqui na gringa e que da pra voce sentar num banco coletivo e ouvir tranquilamente o som. Que era incrivel. Uma banda afinadissima. Uma metaleira com direito a flautas, trombone e trompete, sem contar no acordeon, bateria, baixo, teclado e tudo o mais. Cada musico tocava no minimo dois instrumentos, com excecao do batera, e claro. Sei que fiquei feliz de ter me deslocado pro outro lado da cidade nem que fosse pra escutar apenas 40 minutos de Team B. Pena que durou pouco. E fiquei morrendo de vontade de ver uma peça do Grupo Galpao com o Team B fazendo a trilha sonora ao vivo.

pela decima nona vez vou falar que adoro o som deles. E hoje tem despedida com showzinho fechado no Studio.

e hoje no Inferno tem a noite zoo instrumental…quem toca ?? macaco bong e pata de elefante…duas novas bandas da safra especialíssima de instrumental com a tríade baixo, guitarra e bateria…e se perder hoje, tem repeteco no Itau Cultural neste domingo…mas tem que chegar cedo…

uma das coisas que mais vou sentir saudades da cidade é da Augusta….sempre acompanhada do meu fiel escudeiro adoro subir e descer a rua, que tem os tipos mais engraçados…é bêbado olhando embaixo da saia da gente…os emos se abraçando…as colegas atrás de diversão e os caras do puteiro chamando para ver o show da mulher transando com peixe….sim, até isso já ouvi nas minhas peregrinações….sábado, na dúvida do que fazer fui direto para o Studio ver o show do Mombojó…espetacular…e eles tem uns fãs tipo Los Hermanos….cantando juntos em uníssono…só faltava ser abraçadinho…e olha que as letras deles não costumam ter refrão…ouvi as novas, que estão muito boas e diferentes de tudo o que já fizeram…e me apaixonei pela dancinha do Felipe…por trás daqueles óculos tem um dançarino de primeira !!! a noite seguiu…quando descobrimos a melhor balada da noite…ali bem do lado do Ecletico´s…um bar com pistinha !!! sim…e com um som do bom…entramos e rolava Madonna…depois veio Hot Chip e mais um monte de sons pra requebrar…e a noite estendeu no vizinho Ecleticos..pra variar…até já dançamos Michael Jackson na alta madrugada por lá…e o que poderia ser pior ?? o Hell´s do Vegas !! siiiiim…festa estranha com gente esquisita….o negócio era voltar pra casa,…as seis da matina…ouvindo o funk da bufa que bombava de um carro solitário…cenas de mais uma noite na Augusta…adorada…fica com a dancinha do fofo…i´m in love…

sabe quem volta a cantar em Sampa ?? Silvia Machete se apresenta amanhã (10/2) no projeto Prata da Casa do Sesc Pompéia…tem que ir pra ver o espetáculo que só ela sabe fazer como ninguém…e ela já mandou avisar que vai junto com a pomba e que não é nenhuma santa !!

silvia-machete