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Ele esta na corrida pela desejada estatueta dourada. Em tempos que so se fala em Cisne Negro, O Discurso do Rei se mostra um forte concorrente apesar da falta de marketing e bla-bla-bla em cima do filme.

Com 12 indicaçoes, ele concorre a melhor filme, melhor direcao, melhor ator por Colin Firth, melhor atriz coadjuvante por Helena Bonham Carter, melhor ator coadjuvante para Geoffrey Rush e por ai vai.

A tematica pode parecer chata, boba. Colin eh um rei que se esconde sob sua gagueira. Ele precisa assumir o trono, mas antes disso, precisa articular sua fala.

Mas assim como o queridinho Cisne Negro, o filme trata de um drama psicologico. Afinal, quantas vezes voce nao consegue dar um passo a frente por puro e simples medo do que esta por vir ? Eh, as vezes o medo pode se tornar paralisante mesmo.

E George nao quer se tornar George VI pois se esconde atras de seus medos. Medos que vem sendo guardados desde os 4 anos de idade sob a protecao da gagueira. E o pior: George tem medo de ser grande. De ocupar tudo aquilo que lhe pertence.

Ele encontra alguem entao que o trata como alguem normal, uma pessoa qualquer. Alguem que vai cutucar fundo suas feridas, dar um chacoalhao pra faze-lo voltar a superficie.

E dai entra em cena Geoffrey Rush que rouba o filme pra si. Vale a estatueta de melhor ator coadjunte neste domingo, na minha opiniao. Tudo bem que Colin esta otimo como o rei gago, mas Geoffrey eh insuperavel na atuacao. Alguem sensivel, que chega de mansinho, quietinho, mas que vem com a força pra abalar todas as estruturas.

E se o poder esta na palavra, no discurso, como sera o final de Bertie, ou melhor, George VI ?

Mais que palavras reconfortantes de um inicio sangrento de guerra mundial, o discurso do rei vale pra mostrar a superaçao. Aquele momento magico em que perdemos o medo de ser grande. Eh “dor de crescimento”, como diria uma querida amiga.

e ai ? vai enfrentar ?

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Agora os fãs de carteado e do sombrio Tim Burton poderão se divertir a beça com o baralho que acaba de sair do forno. Com direito a caveirinhas  e os traços fofos do cineasta norte-americano, a caixinha batizada de “Tim Burton´s Playing Cards” traz 52 cartas e só pode ser encontrada nas lojinhas do MoMA em NY pela bagatela de U$ 5. Tem tudo para esgotar e virar item de colecionador.

Ele adora um banho de sangue. Mesmo. Dificil foi entender porque so agora A Prova de Morte entrou em cartaz aqui no Brasil. O filme, de 2007, faz parte de uma trilogia de Quentin Tarantino com Robert Rodriguez. O primeiro, Planeta Terror (Grind House) ja estreou faz tempo por aqui. E so tres anos depois, pos Bastardos Inglorios, a pelicula chegou em terras brasilis.

A Prova de Morte se trata de um filme tipico tarantinesco. Depois de tantos blockbusters, ele finalmente volta a suas raizes. Do universo do norte-americano vem um saco de dialogos banais (porem engraçados), muita mulher de shortinho e camiseta colada, muita bebida, muita musica e carros em alta velocidade. Ingredientes tipicos de uma mente masculina, certo ? Eis a surpresa. O filme eh uma ode ao girl power.

Confesso que tem que ter estomago para assistir principalmente o começo da pelicula. Afinal, tambem esta ali o bandido com uma enorme cicatriz no rosto que dirige um carro bizarro com caveira no capo. Aquele arquetipo de filme B de terror. E eh claro que ele vai ser o responsavel pelo derramamento de sangue.

O choque dessa vez eh por conta da realidade. Afinal, carros podem mesmo se transformar em maquinas de moer gente. E carros potentes, em velocidade, sao armas fatais. Nao acabamos de ver agora nos noticiarios a historia do cara que andava de skate por um tunel fechado e foi atropelado e morto por outro tirando racha ? E o funileiro que consertava o carro nao disse que tinha vestigios de pele ainda no para-choques ?? Nao parece cena de um filme de Tarantino ??

E claro que ele nao poderia deixar de fazer a velha piadinha quando uma das mocinhas ve o bandido arrancando com sua potente maquina: “pinto pequeno”, diz ela. O carro e o falo. Ou o carro como falo ? Mas as posicoes se invertem e o malvado vira o bebe chorao e as meninas, quando provocadas e zangadas, mostram o que sao capazes. Com direito a tiros, barras de ferro e muito socos e pontapes.

Gosto mesmo do Tarantino experimental. Do filme B vem os cortes secos, chiados e rabiscos na tela. De repente, o filme fica preto e branco. Quando voltam as cores, da pra perceber a auto-referencia no carro e uniforme de cheerleader amarelo da mocinha. Ja nao vimos algo assim em Kill Bill ? Tem ate a famosa musiquinha do assovio, que vem do celular de uma das personagens. Vogue italia vendida clandestinamente em um posto de gasolina de uma cidadezinha do interior dos EUA a U$ 30 ? Um bandido que usa Ray-ban ? Um final de video game ? Frivolidades do mundo pop a la Tarantino.

E uma trilha sonora deliciosa.

assisti Up in the Air ontem em DVD. Muito se falou aqui nos states sobre o filme que rendeu a indicaçao de George Clooney ao Oscar. O fato e´que Clooney esta realmente otimo no papel do cara que nao se entrega as rotinas do cotidiano e ao amor. Sim, Up in the Air e´uma historia de amor disfarçada. Clooney e´o cara bem-sucedido que ganha a vida voando o pais para demitir pessoas. Aqui nos EUA o papo de demissao e´coisa seria. Os norte-americanos tem uma linha politica muito delicada para dizer que voce esta fora. Tudo subliminar, tudo muito educado, politicamente correto.

Enquanto uns colecionam historias, outros magoas, o personagem principal coleciona milhas. Sua vida esta literalmente no ar. Nao tem nada de concreto. Nao tem vinculos familiares, nao tem ninguem para colocar os chinelos quando chega cansado em casa, nao tem nem mesmo cachorro pra pular em cima abanando o rabinho na maior felicidade. Sua vida e´pratica, cabe numa mala pequena que ele organiza em minutos.

O mal do novo seculo: a praticidade. Afinal, relaçao requer dedicaçao, paciencia, cuidado e doaçao. Sem contar nas vezes que resolvemos nos entregar e damos com a cara na porta. O melhor mesmo entao e´viver no ar, acumulando milhas pra uma viagem que voce nem mesmo sabe onde vai dar. Sera ? Vou confessar que quase chorei vendo o filme. Nao gosto quando tudo da certo, porque dai eu penso: ah, e´ficçao. Mas quando nao da certo, a melancolia bate mais forte, porque dai e´um retrato da vida real. Um dos melhores filmes do ano.

ah, o filme tem uma trilha sonora de-li-ci-o-sa !!

Finalmente fui assistir a Alice em 3D. Amo o Tim Burton e adoro a historia de Lewis Carroll. E com mega-produçao da Disney, so podia dar coisa boa, pensei eu. Mas talvez seja justamente o fato de ter a Disney por tras é que melou tudo. Parece que o Tim ficou amarrado com as cifras envolvidas e fez algo muito correto. Limpinho. Previsivel. Beirando o bobo. Foi dai que pensei, é uma historia pra crianças, é um filme da Disney.

A assinatura do Tim esta la, clara. So ele mesmo para fazer uma Alice de cabelos ondulados, olhos escuros, com olheiras e ainda por cima com um sotaque britanico. Alias, as mocinhas do Tim tem sempre a mesma figura. Lembra de Winona Rider loira em Edward? Pois em Alice ele fez a morena Anne Hathaway ficar loirissima, quase irreconhecivel, se nao fosse as sobrancelhas escuras.

Se Almodovar me ganha pelas cores, eu posso dizer o mesmo de Tim. So que ele vem na contramao. Adoro sua cartela. Preta e branca, quase sepia, dando um ar meio antigo, borrado, super melancolico. Alice cai no buraco atras do coelho e entra num mundo todo retorcido e sombrio.

Vou confessar que a mistura de atores com animaçao me encheu um pouco. E atrapalhou. Colocar o Johnny Depp, que estava perfeiro na pele de Chapeleiro Maluco, pra contracenar com a animaçao desenfreada da Lebre Maluca ?? Alias, a maquiagem do filme foi algo que me deixou pra la de decepcionada. E olha que os efeitos especiais ajudaram e muito. O Chapeleiro mesmo tinha uma maquiagem que poderia ser de uma escola de samba. Tim ate fez os seus olhos ficarem maiores via computador, mas nao colou. Os dentinhos separados a la Madonna, a cartola feita com uma renda barata e tecido nacarado, com uma pena de pavao decepcionaram. Nao tem nada de extraordinario. Nem maluco.

A Helena Bonham Carter na pele da Rainha de Copas foi uma das melhores coisas do filme. So que Tim errou um pouco a mao colocando tudo em formato de coraçao. O corpo da atriz tambem foi achatado via computador. Sua cabeça aumentada, pra dar o formato de um coraçao. A boca tinha um batom no mesmo formato. A sombra azul enorme com sobrancelha fininha me remeteu a uma drag podraça, decadente. Que nao sabe se vestir.

Ja no reinado de sua irma Rainha Branca, vivida pela Hathaway, tudo muito alvinho, com arvores de flores rosa palido. E nao entendi como a Anne descambou pro caricato na sua interpretaçao. Sabe quando uma atriz muito ruim faz um papel da princesa boazinha ? Entao ela abusa dos gestos com as maos, na tentativa de parecer doce, uma bonequinha. Pode ate ser uma ironia, mas tambem nao colou. Destoou dos outros completamente. E apagou a rainha boa, por completo. Sai do cinema preferindo a malvada.

Os oculos 3D serviram especialmente para dar o ar da fabula. A todo momento espocavam na tela pedacinhos de dandelion, aquela florzinha de soprar. Bucolico ate o fim.

Obrigada Tim, pelas palavras finais de Alice. A nova geraçao precisa mesmo aprender que o principe encantado nao existe. E ao inves de casar com o lorde rico, o melhor é se aventurar por terras novas, nem que seja a China. Uma nova heroina se constroi.

E nao querendo ser demode, vou confessar que gosto mais do Tim alternativo. Tudo bem, Alice ja rendeu mais de U$ 160 milhoes em menos de uma semana. Mas e dai ?

a Alice dark

o Chapeleiro Cafona, ops, Maluco

a Rainha de Copas drag, que tinha ate coraçoes na sola do sapato

a Rainha Branca, que transformou Anne em caricata

Adorei Babel, 21 gramas e Amores Brutos. E nao poderia perder o novo do Guillermo Arriaga. The Burning Plain estreiou aqui na semana passada e aqui mesmo em Boston so esta passando em 2 cinemas. Altamente indie pro povo. Sem contar que o autor/diretor e mexicano.

Quando sai ontem mais cedo do trabalho nao pensei duas vezes em pegar a sessao no Kendall Square.Sentada na mesa com os colegas de trabalho depois de bater o ponto descobri que o Kendall e um dos cinemas mais alternativos daqui. Nao a toa eu fiquei perdidaça ate descobrir ele. Andando a noite por ruas vazias de Cambridge. Ainda bem que era Boston e nao Sao Paulo. Senao eu teria desisitido da aventura. Sorte que ainda tive carona de um onibus do MIT. Aqui e comum as faculdades darem onibus para os alunos circularem entre dormitorios e salas de aula.

The Burning Plain e uma producao da Magnolia Pictures (que eu ja falei aqui anteriormente) com a 2929 e traz um elenco feminino afiado. Tanto a Kim Basinger quanto a Charlize Teron estao otimas no papel. Mas a revelaçao ficou por conta de Jeniffer Lawrence.

A assinatura de Arriaga e clara. O filme começa do meio e a memoria e a linha da ediçao. Sao tres historias contadas ao mesmo tempo que depois se entrelaçam e viram uma so. O enredo traz amores proibidos. Com uma força de Romeu e Julieta, com direito a brigas de familias e mortes. E como sempre se passa entre USA e Mexico. Os eternos rivais. E portato bilingue (espanhol e ingles, que predomina na pelicula).

E o filme mostra como bobagens podem se transformar em erros de tamanha proporçao que podem tornar o errante em zumbi atormentado pelo resto de sua vida. E tambem serve pra pensar que quando voce pensa ja fez tamanha cagada, pode piorar. As eternas repetiçoes do mesmo erro que as vezes nem Freud explica. Afinal, chega um ponto que a dor adormece e voce nao sente mais nada. No filme a personagem descambou pro sexo como sua valvula de escape.

Mas nao vou contar mais pra nao estragar. Va assistir.

Eu amo o You Tube ! Ja falei isso aqui um zilhao de vezes. E nesses dias de navegaçao aleatoria achei umas perolas otimas e decidi fazer essa ode ao Spike Jonze. Fiquei doida com Quero Ser John Malkovich e Adaptaçao. Tenho os dois filmes em casa. Ja sabia da sua incursao pelo mundo dos clipes. Ele ja assinou trabalhos para os Beastie Boys (Sabotage), Weezer (Buddy Holly e Island of the Sun), Bjork (It’s in our Hands), Yeah Yeah Yeahs (Y Control), Beck (Guess I’m Doing Fine), Pavement (Shady Lane), Fatboy Slim (Weapon of Choice), Daft Punk (Da Funk) e Chemical Brothers (Elektrobank).

e ele tambem assina comerciais !! que maravilha !! confere abaixo sua assinatura peculiar para grandes marcas como Adidas (com direito a musica de Karen O), Levi’s (engraçado que so), Gap, Ikea e Nike.

Ja falei aqui do filme e so fui ver nessa semana. Com o cinema do lado do trabalho e mais facil se programar pra ver algo antes de bater o ponto. E eu realmente tava afim de ver o documentario. Mais do que uma ode a Anna Wintour, The September Issue mostra os bastidores da Vogue na sua principal ediçao, a de setembro. O ano da industria da moda aqui começa agora. E o tamanho da revista e realmente de assustar, sao 584 paginas. Isso mesmo. Quando comprei a minha, brinquei que se tacasse na cabeça de alguem com raiva, podia matar.

Desde que cheguei venho tentando acompanhar o mercado editorial norte-americano. Sempre fui louca por revistas. Cheguei ao cumulo de gastar uns U$ 50 so em revistas no primeiro mes por aqui. Comprei todas e ja de cara descobri minhas favoritas. E descobri que eram poucas.

As revistas sao de matar. De ruim ! A diagramaçao muitas vezes da vontade de chorar e os editoriais de moda, nem me fale. E eu achando que as revistas no Brasil eram uma porcaria. Mas tente ler a Elle ou a Marie Claire aqui e voce vai entender o que eu to falando. Nao a toa a Vogue se destaca entre elas. Mas ca entre nos, acho a Vogue tupiniquim mais glamurosa, apesar de todo mito ao redor de Anna Wintour. Pra mim o melhor da Vogue daqui sao os anunciantes. Da pra ver a Madonna na campanha da Louis Vuitton, a Raquel Zimmerman na do Giorgio Armani e ainda tem Oscar de La Renta, Dior, Miu Miu, Gucci, Yves Saint Laurent, Fendi, Dolce & Gabbana, Chanel, Hermes, Prada, Marc Jacobs, Valentino e Moschino numa unica ediçao !

Voltando ao filme, confesso que nao achei ela assim, o diabo vestindo Prada. Ja conheci pessoas muuuuuito piores. E muito mais crueis. O documentario so serviu pra mostrar uma editora extremamente profissional. Tudo bem, ela nao e um docinho, mas sabe do que esta falando. Nem mesmo Mario Testino escapou dela. Mas vamos confessar que as fotos dele nao eram la tao boas comparadas aos editoriais de Grace.

E na maioria das vezes era isso mesmo que me incomodava no mundinho da moda. Porque fulano tem tal nome, o trabalho dele vai ser impecavel. Jura. Nesse ponto eu concordo com a dica que a Grace Coddington, diretora criativa, da para um dos amigos de Vogue. Nao seja tao bonzinho. Nem mesmo comigo. OK. O trabalho tem que ser um ambiente salutar de convivencia, mas isso nao quer dizer que temos que agir como um jardim da infancia onde somos todos amiguinhos e vamos junto comer lanchinho. Ja tive pessimas experiencias no trabalho ao misturar amizade e coisa seria. Hoje estou aprendendo a separar e ser o que o trabalho me exige, profissional.

Tudo isso pra dizer que vendo o documentario me deu uma imensa vontade de trabalhar numa revista seria, que esta tentando sempre melhorar, mesmo que tenha que refazer uma sessao de fotos a um dia do fechamento.

Ah, e as brasileiras estao com tudo. Deu pra ver que Anna adora Raquel Zimmerman e Caroline Trentini.

Se voce gosta de moda, va assistir The September Issue.

O projeto tomou 10 anos de Quentin Tarantino. Isso mesmo, levou uma decada para o diretor levar Inglourius Basterds para as telas. Freak como so, ele quis escolher a dedo os atores. Intitulada pelo proprio como um western spaguetti passado na Segunda Guerra Mundial, a pelicula foi rodada no interior da Alemanha e França. Por isso o filme e falado em tres linguas: frances, alemao, ingles. E tem um tiquinho de italiano. Para isso, Tarantino queria atores nascidos em cada um dos paises para falar com o correto acento. Super TOC do fofo ne ?

O unico super star do filme e Brad Pitt (que esta uma graça e com um sotaque de querer matar), alem de uma ponta do irreconhecivel Mike Myers. Mas quem roubou mesmo a cena foi Cristoph Waltz na pele de um general nazista. Nao a toa ele foi aclamado o melhor ator em Cannes.

A sensaçao foi ver um Tarantino maduro. Seguro no que estava fazendo. Afinal, quem mais poderia fazer um filme sobre a revanche dos judeus sobre os nazistas ? So Tarantino pra fazer churrasco de nazis. Ninguem mais poderia segurar essa ousadia. E ele voltou a ser engraçado. Lembro de ter rido muito mais do que segurado forte na cadeira com os banhos de sangue.

Sim, os litros de sangue estao ali, mas apesar do massacre anunciado, achei muito mais leve se compararmos a Pulp Fiction e Kill Bill. Mas e claro ver suas marcas registradas. Os dialogos nonsense, brincadeiras como o jogo de cartas coladas na testa em que cada um tem que adivinhar o personagem famoso do colega ao lado e personagens que de tao truculentos se tornam engraçados. Hilario ver Brad Pitt e Eli Roth sofrendo pra falar italiano.  E uma trilha sonora impecavel, com direito a David Bowie cantando Cat People (Putting Out Fire). Poucos elementos pops na linguagem (nem precisou).

Pra falar bem a verdade nem deu pra sentir as quase tres horas de filme e quando chegou o final deu em mim a sensaçao: quero ver a segunda parte ! Assistiria 6 horas numa boa !

Tarantino, I love you man

Ela ja foi personagem principal de um blockbuster americano. Nesse tempo ela usava Prada. Sexta-feira entra em cartaz o documentario The September Issue, mostrando os bastidores da Vogue. A ediçao de setembro, que ja esta nas bancas, e a mais importante daqui. Anuncia o começo do outono e um dos marcos na industria da moda aqui. Como diz uma das entrevistadas no trailer abaixo, e como janeiro para todo mundo. O inicio de um ciclo. E pra promover o novo filme, Anna Wintour esteve ontem no David Latterman, com direito a dois blocos, cheio de farpas entre os dois. To começando a adorar o David. Fica com a entrevista e com o trailer. E guarde os U$ 20 pro batonzinho ! Ra !